Um incesto na cave,
Um vazio no coração. E sois,
Um Brahma conceituado,
Saido da boca de um Deus irado,
Animalesco, escasso.
Por muito que a poeira do solo nos teus pés guarnecida se exalte,
Não deixa de ser mais infímos pares de olhos a fitar-te.
E a amar-te, a desejar-te, leve mas profundamente.
Irados, mas resignantes.
E da poeira dos teus pés e dos fluídos que lanças,
Chegam por ti mesmo à tua porta lembranças,
Da falha bem proporcionada,
Holocaustica,
Essa vida.
quarta-feira, 25 de março de 2009
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