Para te dizer que estou infermo, diabo,
O tempo escolheu este momento para o nosso encontro.
E que tonto pensamento padecer sem qualquer intento à luz da tua justiça.
Estive são dentro do Seu pensamento,
E o topo afiado era morte para mim. Agora, estou infermo,
E caio à tua fronte, deponho o meu som à morte,
E a sorte, de padecer sobre ti neste momento.
Eu Fi-lo feliz, e tive dois palmos de ar para respirar,
Mas enraivecido sufoquei nos teus braços.
E agora, oh Deus dos Demónios, diz-me razão do meu estado infermo,
Se fugi do pensamento para o dia eterno sem ar,
Que se encontra suspenso no limbo da minha alma.
Paulo Oliveira
segunda-feira, 30 de março de 2009
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