Sempre houve secretamente no chiado de Lisboa,
Um burlesco violeta, uma ruína de jovens rapazes,
Um poço infindável de pesetas e tostões a brotar pela noite.
Uma ruína de jovens rapazes,
E Deus, eu sei, eu sou um deles.
Hoje, já nao há no Chiado o mercado do romance,
E já ninguém se perde nas ruínas do Burlesco.
As ruínas já não arruinam em transe nenhum jovem passageiro no Chiado de Lisboa.
Paulo Oliveira
quinta-feira, 12 de março de 2009
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário