Ouvi uma voz no fundo da rua,
Gritava desespero.
Olhei,
Não vi nada.
Não devia ser nada.
Falei,
senti medo nas minhas palavras.
Um Deus controla sempre os nossos passos.
Sentei-me encostado à parede.
Os jornais voam pelo chão, anunciam o fim das trevas,
Um manhã de luz !
Um dia brilhante.
A parede suspirou, ousava surripiar-me,
Enquanto me embalava.
Corri para onde não houvesse paredes.
Aprendi que não choram.
Eu ardia por dentro,
E alguém viu fumo e me denunciou.
Agora estou calado,
Suspeito mesmo de mim.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
amo especialmente a última quadra :O
ResponderEliminarestá ardente, Paulo. :D <3
Adorei x)
ResponderEliminarAdorei a tua forma de escrita. Tens tanto sentimento :)
ResponderEliminarVou seguir*
Beijinho*
quando suspeitamos de nós, é quando algo está mesmo errado.
ResponderEliminarera bom se fosse eu, era sinal que trabalhava no cinema, mas nao, nao sou! ahah
ResponderEliminar